RESULTADOS REAIS.
SETORES REAIS.
Conheça como o Viriatus transforma a cibersegurança em organizações de diferentes setores.
ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA
CONTEXTO
Uma câmara municipal de média dimensão no centro de Portugal, responsável por serviços críticos a mais de 80.000 cidadãos. Gere infraestrutura IT distribuída por 12 edifícios, com mais de 400 endpoints e sistemas legados de gestão urbanística, contabilidade e atendimento ao munícipe.
PROBLEMA
- Visibilidade zero sobre a superfície de ataque — sem inventário atualizado de ativos expostos
- Ferramentas de segurança desconectadas — antivírus de um fabricante, firewall de outro, sem correlação
- Incapacidade de responder a requisitos da NIS2 e do DL 65/2021 dentro dos prazos legais
- Equipa de IT reduzida (3 pessoas) sem formação específica em cibersegurança
- Incidentes anteriores não documentados — sem playbooks nem procedimentos formais
SOLUÇÃO VIRIATUS
- Deployment em infraestrutura CyberS3C com acesso VPN — operacional em menos de 1 hora
- Módulo Externo: descoberta automática de 47 subdomínios desconhecidos, 12 com vulnerabilidades críticas
- Módulo Interno: integração XDR/EDR com inventário completo de 423 endpoints, 18 com software desatualizado
- Módulo de Incidentes: workflow CNCS/NIS2 configurado com notificação automática em 4 fases
- vCISO: sumário executivo diário para o vereador responsável, sem necessidade de conhecimento técnico
- Probus: pentest autónomo que identificou 3 vetores de ataque não detetados pelo scanner de vulnerabilidades
SETOR
FINANCEIRO
CONTEXTO
Uma instituição financeira regulada pelo Banco de Portugal, com operações em crédito especializado e mais de 200 colaboradores. Sujeita a auditorias regulares do BdP, CMVM e requisitos DORA (Digital Operational Resilience Act).
PROBLEMA
- Auditorias do regulador identificaram lacunas na gestão de risco tecnológico
- Análise de risco baseada em matrizes qualitativas — sem quantificação em euros do impacto
- Dependência total de consultoras externas para pentests anuais (custo: 25.000€/ano)
- Gestão de fornecedores tecnológicos sem framework estruturado (exigência DORA)
- Tempo médio de resposta a incidentes: 72 horas (regulador exige < 24h)
SOLUÇÃO VIRIATUS
- GRC: análise de risco FAIR com Monte Carlo — primeira vez que o board recebeu risco em euros
- Compliance multi-framework: NIS2 + DORA + ISO 27001 monitorizados num único dashboard
- DORA: gestão de fornecedores com classificação de criticidade e SLAs monitorizados
- Probus: pentest contínuo que substituiu os pentests anuais externos — poupança de 20.000€/ano
- Incidentes: tempo de resposta reduzido para < 4 horas com playbooks automáticos
- vCISO: recomendações priorizadas por impacto financeiro, alinhadas com os KPIs do board
SETOR DA
SAÚDE
CONTEXTO
Um grupo hospitalar com 3 unidades, mais de 1.500 colaboradores e infraestrutura crítica que inclui sistemas PACS (imagiologia), RIS, sistemas de administração de medicação e dispositivos IoMT (Internet of Medical Things) como bombas de infusão e monitores de sinais vitais.
PROBLEMA
- Dispositivos médicos IoMT sem visibilidade — mais de 200 devices ligados à rede sem inventário
- Sistema PACS com vulnerabilidades conhecidas (CVE-2023-*) sem possibilidade de patch imediato
- Requisitos RGPD rigorosos para dados clínicos — risco de coima até 20M€
- Dois incidentes de ransomware em hospitais portugueses em 2023 elevaram a pressão do board
- Equipa de segurança: 1 CISO partilhado entre 3 unidades
SOLUÇÃO VIRIATUS
- Superfície Interna: inventário completo incluindo dispositivos IoMT, com classificação CIA (Confidentiality, Integrity, Availability)
- Vulnerabilidades: priorização com SSVC — dispositivos médicos críticos (afetam vidas) tratados como P1 mesmo com CVSS médio
- Firewall: monitorização de tráfego lateral (east-west) entre segmentos clínicos e administrativos
- vCISO: relatórios adaptados para diretores clínicos — linguagem não-técnica, foco em risco para o paciente
- Business Impact Analysis (ISO 22301): tempo máximo de indisponibilidade aceitável por sistema crítico
- Probus: testes de intrusão contínuos nos segmentos de rede expostos, sem afetar dispositivos médicos em produção
SETOR
INDUSTRIAL
CONTEXTO
Um grupo industrial português com 4 fábricas, exportação para 15 países e certificação ISO 9001 e ISO 14001. Infraestrutura OT (Operational Technology) com PLCs Siemens e SCADA, ligada à rede IT corporativa. Mais de 800 colaboradores e sistemas ERP SAP.
PROBLEMA
- Convergência IT/OT sem segmentação adequada — rede corporativa acessível a partir do chão de fábrica
- Sistemas SCADA com protocolos inseguros (Modbus, OPC DA) sem encriptação
- Ataque de supply chain a um fornecedor de software industrial comprometeu credenciais VPN
- Seguro de cibersegurança exigia evidência de testes de intrusão e gestão de vulnerabilidades
- Downtime de produção custa 150.000€/hora — zero tolerância a incidentes não planeados
SOLUÇÃO VIRIATUS
- Superfície Externa: monitorização contínua dos portais de cliente e sistemas de encomenda online
- Firewall: análise de tráfego entre segmentos IT e OT com deteção de anomalias em protocolos industriais
- Vulnerabilidades: inventário de CVEs em sistemas SCADA e PLCs com priorização ajustada para OT
- Gestão de Casos: workflow de remediação com SLAs específicos para ambiente OT (janelas de manutenção)
- GRC: risk register integrado com seguro de cibersegurança — evidência automática para a seguradora
- Probus: pentest autónomo focado na superfície exterior e na DMZ industrial
A SUA ORGANIZAÇÃO
É A PRÓXIMA?
Contacte-nos para saber como o Viriatus pode transformar a cibersegurança do seu setor.